Pages

quarta-feira, 16 de maio de 2012

VEJA O QUE VOCÊ DEVERIA SABER AO RECEBER O CARRO NOVO NA REVENDA

Encantado pelo estilo do Veloster, o advogado Carlos Eduardo de Souza procurou uma revenda Hyundai e foi bem atendido. "O vendedor me ligava informando cada passo, do faturamento na fábrica ao desembarque no Brasil." No dia da retirada, tudo mudou. "O atendente do pós-venda me entregou o carro, perguntou se eu sabia dirigir um automático e fez uma rápida explicação. E só." Carlos saiu decepcionado com a entrega técnica. "Muita coisa ainda estou descobrindo. Os botões no volante, por exemplo, não sabia o que eram. Tive que procurar no manual." Infelizmente o caso ilustra como muitas concessionárias dão pouca atenção à entrega técnica, a hora em que a autorizada explica ao novo dono o funcionamento geral do veículo. Por isso, elaboramos um guia com os principais recursos e equipamentos que todo vendedor deveria mostrar ao dono antes de entregar o carro zero.
Global closing
É o recurso que fecha todas as janelas (e, quando há, o teto solar) pela chave, comum em carros com vidro elétrico com função um-toque. Em geral, basta manter apertado o botão de travamento até que todas as janelas estejam fechadas. Alarmes vendidos em lojas fazem isso com apenas um toque do botão na chave.
Desligamento do airbag
Na maioria dos casos, o airbag do passageiro pode ser desativado com a chave de ignição, girando uma fechadura geralmente no batente da porta direita. Carros mais caros fazem isso automaticamente, com sensores de presença no banco. Independentemente do sistema, o motorista precisa saber que o airbag direito precisa ser desativado ao transportar crianças pequenas ou bebês na cadeirinha, quando não puderem ficar no banco de trás.
Trava do câmbio automático
Projetos mais antigos da Honda, Toyota e Nissan oferecem um orifício protegido por uma tampa removível, com a inscrição "shift lock". Serve para destravar o câmbio em situações de emergência. Para isso, abra a tampa que protege o acesso e insira a chave de ignição para soltar o câmbio. Em seguida, volte a alavanca para as posições P ou N e dê a partida. Uma vez destravado, ele volta a funcionar normalmente. Como o travamento é raro, modelos mais modernos não possuem o dispositivo.
Vidros elétricos
Boa parte dos veículos tem o chamado "vidro expresso", outro nome para o sistema um-toque. Nos GM, por exemplo, a função é ativada se o usuário mantiver o dedo no botão. Nos Volkswagen é o contrário: a função é ativada automaticamente. Para anulá-la, é preciso manter o dedo na tecla.
Temporizador dos faróis
Vários carros da Fiat e a maioria dos importados de luxo possuem esse dispositivo, que, ao ser acionado, deixa os faróis baixos acesos durante um período que pode chegar a 1 minuto, o suficiente para que um motorista numa garagem escura consiga chegar até a porta de casa. Pelo computador de bordo, em geral é possível desabilitar o sistema ou escolher o tempo de acionamento.
Câmbio automatizado
Opção mais barata ao câmbio automático, ele usa a caixa de marchas manual, mas substitui pedal de embreagem e alavanca de marchas por atuadores eletrônicos. A maior queixa dos motoristas desses modelos é o tranco na passagem das marchas, muito maior que nos automáticos. A dica: aprenda a reconhecer, usando o conta-giros e os ouvidos, o momento no qual o câmbio fará a troca. Nessa hora, tire o pé do acelerador brevemente e o tranco será bem menor, assim como você faz no câmbio manual.
Rádio e Bluetooth
O Bluetooth permite a troca de dados entre dois dispositivos eletrônicos. É muito útil para utilizer como viva-voz, evitando multas, mas também permite a execução de músicas. Em tese, deveria ser uma linguagem universal entre aparelhos, mas o pareamento (sincronização) pode falhar em alguns equipamentos. Não há uma explicação única para o problema, mas em geral o problema é de compatibilidade do celular. Vale fazer um teste na loja antes. Vendedores dizem que os aparelhos que mais dão problema de pareamento sãos os da Nextel, mas há alguns relatos de dificuldade com o iPhone. O radio pode ainda controlar aparelhos auxiliares somente se a conexão for feita pelo cabo USB. Como cada carro usa um sistema diferente, é preciso ler o manual para saber de que forma é possível controlar os dispositivos (mudar pastas, escolher músicas etc.). Conexões via cabo P2 (o mesmo do fone de ouvido) não permitem o controle das funções - o rádio do carro e os alto-falantes serão meros coadjuvantes passivos. Aqui, fique atento: se um vendedor disser que o rádio é compatível com iPod e iPhone, mas não houver porta USB, significa que a entrada do áudio será por um cabo P2. Faça o teste antes da compra e cheque se o carro não traz o cabo de fábrica ou como opcional na revenda.Limitador ou alerta de velocidade
Dispositivos que, acionados, podem disparar um alarme sonoro ou bloquear a aceleração quando se chega à velocidade programada. Os importados da Citroën e da Peugeot possuem o bloqueio, enquanto alguns Fiat têm o alerta sonoro. Há casos de motoristas que esquecem o bloqueador ligado e vão à concessionária reclamar que o carro não acelera de jeito nenhum.
Travamentos
Há pelo menos dois dispositivos de segurança para crianças. Um deles é a chamada "trava de criança", que em geral fica na lateral da porta aberta, junto ao trinco, e que evita que ela seja aberta mesmo que se use a maçaneta interna. O outro é acionado pelo motorista, num botão perto das teclas dos vidros elétricos, e impede o funcionamento das janelas traseiras. Os sistemas variam, mas nos Honda e Toyota a trava de vidro bloqueia também a porta do passageiro dianteiro. Há ainda veículos cujo travamento automatic das portas pode ser ligado ou desligado, caso do Nissan Versa.
Funções do câmbio automático
Câmbios mais modernos têm o sistema sequencial, que permite a troca manual das marchas pela alavanca. Quase todo automatic não sequencial possui o botão O/D, de overdrive, ou sobremarcha. Nos mais antigos, esse sistema desacoplava o diferencial original e acoplava outro, com relação mais longa - o oposto da reduzida nos jipes. Hoje, ao se apertar o botão, o carro engata só até a penúltima marcha, ganhando agilidade. Outra função pouco conhecida é o botão S (Sport), que faz as trocas de marcha em rotações mais altas.

NOVO NISSAN ALTIMA É FLAGRADO EM SP

A quinta geração do Altima foi apresentada há poucos meses nos Estados Unidos e, pelo menos à princípio, não deve chegar ao Brasil tão cedo. Por isso, causa estranheza ver o novo sedã rodando por ruas e estradas brasileiras.
Completamente coberto com uma estranha camuflagem (muito usada nos protótipos que rodam na Europa), o Altima foi fotografado em uma estrada no interior de São Paulo. O sedã grande é um dos modelos mais vendidos da Nissan nos Estados Unidos – onde começa a ser fabricado ainda neste mês – e bate de frente com o novo Ford Fusion. Sua comercialização no Brasil é pouco provável, principalmente pelo fato do Altima não poder usufruir do acordo comercial firmado entre Brasil e México, que permite à Nissan vender por aqui modelos como March e Versa a preços competitivos.
Nos EUA, o Altima 2013 é vendido nas motorizações 2.5 de quatro cilindros, que gera 185 cv, e 3.5 V6, de 285 cv. É bastante equipado, contando com itens como ar-condicionado com duas zonas de regulagem de temperatura, seis airbags, freios com sistema anti-travamento (ABS) e distrubição eletrônica de frenagem (EBD), controle de tração, câmera de ré, lanternas com LEDs e rodas de liga leve de 18 polegadas.

DESIGN: FATOR DETERMINANTE NA COMPRA DE UM CARRO

 Modelos como o Hyundai Veloster, Peugeot RCZ, Kia Soul e Range Rover Evoque atraem olhares
Você compraria um carro pelo design? Ou motor, segurança e pós-venda são a prioridade antes de fechar um negócio?Segundo o especialista Ricardo Pimenta, coordenador do Curso de Transportation Design do IED Brasil, o brasileiro em geral dá mais importância para as formas do carro do que para o seu conteúdo.Alguns recentes lançamentos mostram que esta é uma aposta das montadoras para cativar o público.

EUA QUER ACELERAR RENOVÇÃO DE FROTA ATÉ 2016

Os Estados Unidos vão acelerar a renovação de sua frota de veículos no período entre 2013 e 2016, com novas gerações e reestilizações dos atuais modelos.
A Ford deve liderar entre as marcas, já que vai atualizar 26% de seus veículos. A GM vai renovar 25% da linha, a Toyota 24% e a Nissan 23% - valor da média da indústria.
Para o analista John Murphy, as marcas que renovarem mais rapidamente seus modelos tendem a aumentar a cota no mercado norte-americano. “As pessoas vão estimular a demanda com produtos frescos em detrimento dos velhos”, afirmou, em reportagem da agência Bloomberg.
As novidades vão se concentrar principalmente nos segmentos de croosovers, de luxo e de light-trucks. A Ford, por exemplo, tem em mente substituir o Edge, Mustang, a picape Série F, além do crossover Lincoln MKX.

RENAULT MOSTRA TEASER DA NOVA ESPACE

                                               Renault mostra teaser da nova Espace
A Renault liberou um teaser do face-lift da van Espace, que será apresentado em julho. Sem mudanças significativas desde 2006, a Espace ainda vai passar por mais uma reestilização antes de sua nova geração.

Pela imagem, nota-se que a Espace vai adotar a nova identidade visual da marca francesa e terá algumas mudanças na dianteira, como grade na cor preta com logo maior e mais integrado às linhas, além de redesenho no para-choque e faróis.
A van Espace já está há 28 anos no mercado e, segundo a Renault, vendeu mais de 1,2 milhão de unidades.

FORD ALFINETA GM SOBRE ANÚNCIOS NO FACEBOOK

A Ford fez um comentário no Twitter sobre a efetividade de sua publicidade no Facebook, menos de 24 horas depois de a concorrente General Motors anunciar que deixará de anunciar na rede social, devido ao baixo impacto dos anúncios.

"É tudo uma questão de execução", alfinetou a Ford, que tem cerca de 1,5 milhão de fãs na plataforma. "Os nossos anúncios no Facebook são efetivos quando estrategicamente combinados com conteúdo engajante e inovação".

De acordo com o Wall Street Journal, a GM deve suspender o investimento de 10 milhões de dólares feito em publicidade paga no Facebook. O motivo? Os anúncios não funcionam", diz o jornal.

Com aproximadamente 380 mil fãs na rede social, a montadora continuará usando a plataforma em ações não pagas, operando um valor de 30 milhões de dólares entre agências, criação de conteúdo e gerenciamento da timeline - nada, diga-se de passagem, diretamente pago ao Facebook.
A GM é a terceira maior anunciante dos Estados Unidos e, embora o cancelamento não tenha um valor material tão significante para os 3,7 bilhões de dólares de receita do Facebook, não vem em uma boa hora.

O site tem sua oferta pública inicial (IPO) prevista para esta sexta-feira, e a retirada da GM pode ter impacto psicológico, levantando um debate sobre o potencial de geração de receitas publicitária da rede.

SKODA EXIBIRÁ CITIGO RALLY NO WORTHERSEE

Embora o Wörthersee seja um evento voltado para amantes de VW, as outras marcas do grupo alemão não vão ficar de fora desta festa. A Skoda garantiu presença com o Citigo Rally, um carro-conceito bastante agressivo inspirado no Citigo com três portas.
O veículo chama atenção pelo para-choque dianteiro com estilo agressivo, novas saias laterais e capô com entradas de ar. O compacto também ganhou aerofólio, sistema de escape traseiro central e rodas de liga leve de 18 polegadas com pneus de perfil baixo.
Além do conceito preparado para as pistas de rali, outra novidade da marca checa será o Citigo DJ. Embora pouco se saiba a respeito do carro, o nome faz supor que o carro será uma espécie de mesa de DJ sobre quatro rodas, preparada especialmente para os maiores nomes da música eletrônica mostrarem seu talento durante o evento.

KIA SORENTO AGORA COM GPS VAI A R$ 130,9 MIL

A Kia anunciou nesta quarta-feira (16) que o utilitário esportivo Sorento passa a oferecer navegador por GPS integrado ao sistema de som, disponível apenas para a versão topo de linha. Com o novo equipamento, o modelo salta de R$ 127,4 mil para R$ 130,9 mil.
Importado da Coreia do Sul, o Sorento desembarcou no mercado brasileiro há dois anos, tendo como principais rivais Hyundai Santa Fe e Ford Edge. Sob o capô, o utilitário esportivo tem como opções um 2.4 de 174 cavalos e um 3.5 V6, de 278 cv – ambos equipados com câmbio automático de seis marchas.

MITSUBISHI LANÇA O PAJEIRO DAKAR DIESEL NA VERSÃO AUTOMÁTICA

A Mitsubishi completa a linha Pajero Dakar, fabricada no Brasil, com o lançamento da versão para cinco pessoas com motor a diesel e câmbio automático. A nova configuração sai por R$ 135.990. Segundo a montadora, o carro conta com o sistema INVECS-II (Intelligent & Innovative Vehicles Electronic Control System) de quatro velocidades. Assim, a caixa de transmissão analisa e reúne as informações do modo de dirigir do motorista, e se adapta automaticamente.
A tecnologia dispõem também do modo sequencial Sports Mode, em que o motorista opta pela troca de marchas, proporcionando uma sensação mais esportiva ao dirigir.Como em toda a linha, o nome "Dakar" foi escolhido para comemorar os 12 títulos da Mitsubishi no maior rali do mundo.
Com quatro cilindros em linha, o motor diesel de 3.2 litros e 16 válvulas, tem potência de 170 cv a 3.500 rpm e torque de 35 kgfm a 2.000 rpm. O sistema de alimentação é por injeção eletrônica direta common-rail, turbocompressor e intercooler.
O Pajero Dakar tem o sistema Easy Select 4WD, que adapta o veículo para ter bom desempenho nos mais diversos tipos de terreno. O sistema de tração tem três modos distintos de atuação: 4x2 - somente tração traseira, recomendado para uso urbano/rodovias e se traduz em economia de combustível e menor nível de ruído, 4x4 - tração nas quatro rodas, ideal para pistas de baixa aderência, como terra, areia, cascalho, lama etc. e a 4x4 com reduzida - indicada para uso em situações em que é necessário força total, como a transposição de obstáculos.
Com exceção da reduzida, é possível fazer a troca da tração com o veículo em movimento, rodando em velocidade de até 100 km/h.
A suspensão dianteira é independente, com braços triangulares duplos, amortecedores hidráulicos, molas helicoidais e barra estabilizadora. Já a traseira é 3-link, com amortecedores hidráulicos, molas helicoidais e barra estabilizadora.

GP DE MÔNACO ANUNCIA MUDNAÇAS NO CIRCUITO PARA AUMENTAR A SEGURANÇA

A organização do Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1 anunciou nesta quinta-feira mudanças na pista para dar mais segurança aos pilotos da categoria. As medidas foram adotadas após o mexicano Sergio Pérez sofrer forte acidente na saída do túnel na corrida da temporada passada.
As principais mudanças são justamente na área em que o mexicano bateu. O asfalto foi nivelado na área da chicane , após um estudo apontar alterações de até 20cm na pista. A barreira deproteção em que Pérez colidiu, após passar reto pela sequência de curvas, foi recuada em quase 15m.
“Segurança é uma preocupação constante para os organizadores do Grande Prêmio de Mônaco. As várias medidas implementadas miram a segurança dos pilotos e do público e também demonstrar que continuamos a modernizar o circuito”, diz o comunicado oficial.
A área de saída do pit também sofreu mudanças. Ela ficou mais larga e foi estendida, com a remoção de árvores na região, o que permite que os carros voltem à pista em velocidade mais alta.
As outras principais alterações dizem respeito à superfície
da pista, agora mais aderente do que antes, e a substituição de algumas barreiras de pneus por outras feitas com novo material.

FITTIPALDI INDICA LOTUS COMO SURPRESA DA ALTA TEMPORADA DA F1

O bicampeão de Fórmula 1 Emerson Fittipaldi se surpreendeu com o início da atual temporada da categoria automobilística. Com cinco pilotos de cinco equipes diferentes vencendo cada um dos cinco GPs disputados até o momento, feito que não acontecia desde 1983, ele destaca a regularidade da Lotus, equipe pela qual conquistou o seu primeiro título mundial em 1972, como a surpresa da temporada.
“Eu vejo a Lotus como a equipe mais constante. Se você pegar a classificação do Kimi desde a Austrália até o fim de semana passado, verá que ele está sempre lá entre os primeiros. O Kimi até me surpreendeu, por estar dois anos parado e ser competitivo desde a primeira corrida”, declarou.
“Eu vejo a Lotus como a equipe mais constante. Se você pegar a classificação do Kimi desde a Austrália até o fim de semana passado, verá que ele está sempre lá entre os primeiros. O Kimi até me surpreendeu, por estar dois anos parado e ser competitivo desde a primeira corrida”, declarou.
O finlandês, que permaneceu dois anos distante da Fórmula 1 disputando a WRC (World Rally Championship) e a Nascar, não venceu nenhuma prova na temporada, mas foi o segundo colocado no GP do Bahrein e ficou na terceira colocação no último domingo, na Espanha.
A vitória do piloto venezuelano Pastor Maldonado, de 27 anos, no último domingo, também é destacada por Fittipaldi, que avaliou as características do jovem piloto.
“Ele tem um histórico muito forte na GP2, tem uma experiência muito grande. Ele é rápido, é um piloto muito arrojado. Eu fiquei impressionado que com toda a pressão do Fernando, e até do próprio Kimi nas últimas voltas, ele se manteve firme”, disse.
Fittipaldi também acredita que o restante da temporada tende a ser positivo para os pilotos brasileiros. Tanto Bruno Senna (13º), da Williams, quanto Felipe Massa (17º), da Ferrari, têm sido ofuscados pelo desempenho de seus companheiros de equipe, Pastor Maldonado (9º) e Fernando Alonso respectivamente, que ocupam melhores colocações e já venceram neste ano.
“A Williams surpreendeu neste fim de semana e a Ferrari melhorou muito. Então, para nós brasileiros, tanto o Bruno quanto o Felipe Massa vão ter chances de estar bem melhores daqui pra frente. Os carros são muito melhores, se mostrarem o que mostraram na última corrida”, avaliou o bicampeão da categoria.
No entanto, é para o piloto da Williams a aposta de surpresa no próximo grande prêmio de Fórmula 1, no tradicional circuito de Mônaco.
“As equipes têm tido uma grande dificuldade agora para serem constantes. A Red Bull fez uma corrida muito boa, mas o carro é inconstante, e a Willians pode se destacar se andar muito bem em Mônaco, onde é muito importante a classificação. O Bruno já ganhou de GP2 em Mônaco, ele é muito rápido e se tiver as condições técnicas, pode surpreender”, finalizou.

3º GP RIBEIRÃO PRETO TERÁ ESTACIONAMENTO GRATUITO NO RIBEIRÃO SHOPPING

O fã de automobilismo que pretende acompanhar de perto a disputa do 3º GP Ribeirão Preto da Stock Car, neste domingo (20), terá uma facilidade interessante. Em parceria com o Ribeirão Shopping, a Organização do GP vai disponilizar estacionamento gratuito e traslado até o autódromo no dia da corrida aos torcedores que pretendam ir de carro ao evento.
No domingo, o estacionamento do Ribeirão Shopping abrirá às 6h e poderá ser acessado pela entrada daavenida Presidente Vargas (defronte ao restaurante Outback) ou pela portaria da avenida Coronel Fernando Ferreira Leite (que fica em frente da loja Renner).
O torcedor então deverá mostrar o ingresso na entrada e receberá um voucher. Em seguida, será disponibilizado o traslado até a passarela de acesso às arquibancadas, a mesma coisa após a corrida. Para retirar o carro sem pagar nada, basta o torcedor apresentar o voucher em um dos guichês do Ribeirão Shopping e validar seu ticket.
Neste domingo, a 4ª etapa da Copa Caixa Stock Car terá largada às 9h30. Por conta disso, é aconselhável que os torcedores que pretendam ver de perto os duelos entre os principais pilotos do Brasil cheguem entre 7h e 8h30. Além da corrida, haverá ainda show de adrenalina sobre rodas com Negretti Moto Show e a equipe Quicks Wheeling Show.


VETTEL DEFENDE SCHUMACHER APÓS O ACIDENTE COM BRUNO SENNA

O acidente que envolveu Bruno Senna e Michael Schumacher no GP da Espanhacontinua sendo assunto. Desta vez, foi Sebastian Vettel quem comentou sobre o ocorrido em Barcelona. Para o alemão, a punição sofrida por seu compatriota pode ter sido exagerada.
“Eu acho que nessas situações, isso deveria ser classificado simplesmente na categoria de acidentes de corrida. Infelizmente isso acaba acontecendo”, explicou o atual bicampeão mundial da Fórmula 1 ao canal austríaco Servus TV. Depois do choque, Schumacher chegou a chamar Senna de idiota no rádio da Mercedes.
O piloto da Red Bull afirmou que a falta de tempo para executar outra manobra possa ter feito Schumacher colidir na traseira de Senna, sem tempo para desviar. “Nessas situações você não tem muito tempo, é claro. E você pode chegar a grandes diferenças de velocidade (entre os carros) nas retas”, completou Vettel.







FERRAI IRONIZA LISTA DE SUBSTITUTO PARA FELIPE MASSA

Com um desempenho abaixo do esperado no ano de 2012, Felipe Massa já teve, por diversas vezes, sua saída da Ferrari cogitada na imprensa europeia. Depois de o nome do belga Jérôme D’Ambrosio ser ligado a uma possível vaga de Massa, a equipe italiana resolveu responder.
Via Twitter, a escuderia primeiramente contestou toda a atenção dada ao discurso do chefe da equipe, Stefano Domenicali, que disse que espera uma evolução do brasileiro. “Foi engraçado ver na mídia como o mesmo conceito pode ser lido de diferentes maneiras de um dia para outro. O que foi publicado no nosso website na segunda-feira à noite só refletiu o que Domenicali disse sobre Felipe após a corrida, nada mais do que isso”, postou a equipe.
Sobre a substituição do brasileiro, a equipe italiana ironizou o fato de mais um candidato ter aparecido. “De qualquer forma, alguém achou uma boa oportunidade de promover o candidato de ‘número mil’ para substituir Felipe. Agora é D’Ambrosio”, concluiu a equipe. O belga correu naFórmula 1 no ano passado pela Marussia e hoje é piloto reserva da Lotus.

TEMPORADA 2012 É A MAIS DISPUTADA DA HISTÓRIA DA FORMULA 1

Cinco provas com cinco equipes diferentes no topo. Nove pilotos de sete escuderias no pódio até agora. Uma diferença de apenas 20 pontos entre o líder e o sétimo colocado do Mundial. E uma média recorde de 62 ultrapassagens por prova. Essa é a temporada 2012 da Fórmula 1, a mais disputada e emocionante da história da categoria.
Com seis campeões mundiais no grid pela primeira vez em todos os tempos, o ano prometia equilíbrio logo de cara. As mudanças nas regras também apontavam essa tendência: a proibição do difusor aquecido e o desgaste cada vez maior dos pneus conseguiram acertar em cheio o objetivo que tinham e deixaram a temporada completamente aberta.
O ano começou com a McLaren de Jenson Button na frente, o que sugeria um possível favoritismo do time de Woking. Na segunda prova, porém, Fernando Alonso, na chuva, surpreendeu e venceu mesmo com uma Ferrari tida por muitos como a mais fraca dos últimos anos.Na terceira etapa, Nico Rosberg chegou à sua primeira vitória na F1, com a Mercedes. Apenas na quarta prova, a Red Bull conseguiu colocar o bicampeão Sebastian Vettel no lugar mais alto do pódio. E, no último domingo, na Espanha, a F1 viu mais um vencedor inédito: Pastor Maldonado, da Williams.
Com a vitória do venezuelano e da Williams, igualou-se o recorde de 1983 de cinco equipes diferentes com vitórias nas cinco primeiras etapas do campeonato. A diferença é que, naquele ano, depois do início equilibrado, a disputa ficou concentrada entre Nelson Piquet e Alain Prost, e apenas Ferrari, Brabham e Renault conseguiram manter o bom ritmo.
Em 2012, o panorama deve ser outro. A começar pela Lotus, que ainda não venceu na temporada, mas ocupa a terceira colocação no Mundial de Construtores e nas duas últimas provas colocou pilotos no pódio – se vencer em Mônaco, no dia 27 de maio, a equipe de Kimi Raikkonen e Romain Grosjean coloca definitivamente o ano de 2012 na história da F1.
Não se pode esquecer também da Sauber. Com um carro bem feito em 2012, Sergio Pérez e Kamui Kobayashi já mostraram na pista que a briga com as equipes grandes não tem sido tão desigual. O mexicano foi segundo colocado na Malásia, deixando a vitória escapar para Alonso no fim. O japonês, por sua vez, fez uma ótima prova na Espanha, chegando na quinta posição. O carro já mostrou ter velocidade, e os dois podem voltar a surpreender no ano.
Com isso, são sete equipes que já chegaram e que têm possibilidades de voltar ao pódio em 2012. Em tese, são 14 pilotos com condições de brigar no topo. Até por todos esses candidatos reais, a temporada já teve Vettel, atual bicampeão, largando fora dos dez primeiros colocados na China, o heptacampeão Michael Schumacher sofrendo para pontuar, e Lewis Hamilton, terceiro colocado do campeonato, sem vitórias com o bom carro da McLaren.
As corridas não são decididas até a bandeira quadriculada, e não há nenhum time muito à frente. Todas as pessoas que converso me dizem que a categoria está mais interessante do que nunca", disse Franz Tost, chefe da Toro Rosso. Dietrich Mateschitz, dono da Red Bull, concorda. “A F1 está mais empolgante e imprevisível do que nunca”.
Até o “Homem de Gelo”, o finlandês Kimi Raikkonen, se rendeu à emoção da temporada. “Em uma corrida, a equipe está na frente e, de repente, você está em décimo na próxima prova, então é uma situação diferente”.
Outro fator de análise da emoção dentro das pistas, o número de ultrapassagens também conta a favor da temporada atual. A média de 2012 é a maior dos últimos 30 anos, com aproximadamente 62 por corrida. Em 2011, o número havia sido de 59. Na década de 80, ultrapassava-se de 20 a 40 vezes por prova, aproximadamente. O início dos anos 2000 teve o menor número. Em 2005, por exemplo, foram menos de dez ultrapassagens por corrida. Os números mostram que a FIA, depois de tanto tempo, finalmente conseguiu deixar a disputa acirrada.

NOVO HONDA ACCORD ATERRISSA EM DETROIT

A Honda fez sua parte durante o Salão de Detroit e apresentou pela primeira vez o conceito do novo Accord. Assim como a Volkswagen eMercedes-Benz, a fabricante japonesa também começa a focar na sustentabilidade e, para anona geração do carro, decidiu inovar nas três novas opções de motores que passam a acompanhar o Accord.
Pela primeira vez a marca utilizará o novo propulsor 2.4 16V com injeção direta na versão mais comportada do cupê. Outras novidades são as vertentes “verdes”: uma totalmente elétrica com sistema plug-in e outra híbrida acompanhada .
O novo bloco 2.4 16V pode ser acompanhado de um câmbio manual de 6 marchas ou da novatransmissão CVT (continuamente variável). Segundo a Honda, quando equipado com este motor, o Accord chega a desenvolver 181 cv de potência e 24,4 kgfm de torque.
Já a versão mais potente do Honda não passou por modificações na motorização. O Accord V6continua com um propulsor 3.5 com 6 cilindros em V. Porém, ele ganhou um novo câmbio de 6 marchas automático – também haverá a opção manual. Segundo a marca, houve uma mudança no desempenho do carro, porém, nada foi especificado.
As mudanças visuais são claras no cupê. O conjunto óptico lembra bastante o novo Honda Civic lançado no Brasil. Já os para-choques ganharam um visual mais esportivo, dando uma impressão de "carro bombado" ao Accord. As rodas de 20 polegadas também realçam a esportividade. A Honda afirmou que tanto o modelo cupê quanto o sedã manterão o espaço no habitáculo.
Para aqueles que não querem mais poluir o planeta, o novo Accord elétrico contará com uma bateria de íon-lítio que pode ser recarregada em tomadas de 120 V (sistema plug-in). Segundo a Honda, nesse caso são necessárias 4 horas para a recarga total da bateria. Já nas tomadas de 240 V, esse tempo cai para uma hora e meia. Com este motor elétrico o cupê desenvolve 120 cv.
A Honda também optou por lançar uma versão híbrida para esta geração do cupê. Ainda sem maiores detalhes técnicos, a marca informou que ele contará com um motor 2.0 i-VTEC de quatro cilindros e um câmbio CVT. Além disso, todas as versões contam com o sistema Eco Assist, que torna o funcionamento do veículo mais eficiente.

COTADOS PARA O BRASIL, IRMÃOS GT86 E BRZ ESTRÉIAM EM TÓQUIO

A colaboração não foi das mais fáceis e a gestação do projeto demorou bastante, mas o resultado enfim foi conhecido durante o Salão de Tóquio deste ano. O GT 86, da Toyota, e o BRZ, da Subaru, foram apresentados à imprensa nesta quarta-feira, 30.
Os dois são esportivos com tração integral e motor boxer, com cilindros invertidos, mas enquanto o BRZ segue uma tradição da Subaru o GT 86 (antes conhecido como FT-86 nos tempos de protótipo) quer trazer a diversão de volta à Toyota, segundo o slogan do lançamento.
As diferenças entre elas são pequenas por fora: enquanto o Toyota, na cor laranja, exibe uma “boca” mal-humorada e um para-choque mais agressivo, o Subaru compensa com uma frente mais retangular, porém, com saídas de ar acima dos para-lamas.
Dentro do capô, a mesma solução, que usa um motor 2.0 litros de 199 cv na configuração “boxer” que contrapõe os cilindros e é tradição da Subaru. Há ainda algumas sutilezas como os relógios do console central do GT 86 e a tela LCD no BRZ, por exemplo.
Segundo o presidente mundial da Toyota, Akio Toyoda, “o GT 86 foi pensado para encantar seus clientes e é a prova que o motor a combustão ainda terá um papel importante no mercado, mesmo com o advento dos veículos elétricos e híbridos”.
Ambos começarão a ser vendidos em 2012 e têm grande chance de desembarcar no Brasil. A Subaru naturalmente vende seus principais modelos aqui e a Toyota, segundo rumores, já teria aprovada a importação do GT 86 como forma de rejuvenescer sua imagem no país. Basta o cliente escolher qual “sabor” prefere.


A1 FICA NA MEDIDA NA VERSÃO SPORTBAK

Vendo o A1 andando nas ruas causa uma certeza: o pequeno hatch nasceu para ter apenas duas portas. Não é absurdo, basta imaginar umMini Cooper com portas traseiras. Parece algo artificial.
Mas não é queimamos a língua aqui em Tóquio? O A1 Sportback, recentemente revelado pela Audi, e que deu o ar da graça no salão japonês, ficou na medida com as quatro portas.
Pensando bem, não existia razão para não tê-las já que o carro é parente do Polo, da VW, que nasceu com elas. Sim, vão dizer que perdeu a graça e a esportividade, mas ao vivo não é essa a impressão. As portas extras não estão sobrando e permitem acessar o carro sem malabarismos.
O espaço interno é feito para quatro ocupantes, ou seja, nem pense em convidar mais um amigo. Os bancos têm até formato anatômico para lembrá-lo desse detalhe sempre. No mais, o A1 “família” é idêntico ao irmão solteiro. Melhor ter sempre mais de uma opção caso aquele namoro acabe na maternidade.

REGINA ANTECIPA FUTURO HETCH DA SUZUKI

A Suzuki apresentou nesta quarta-feira (30) no Salão de Tóquio uma prévia de seu futuro compacto global na forma do conceito Regina. O hatch que nascerá deste projeto terá a dura missão de dar volume às vendas da marca japonesa nos próximos anos em mercados de países em todos os continentes.
O formato do carro chega a lembrar de longe oSwift, mas tem características próprias e linhas exóticas, fortalecida ainda pela cor verde escolhida para a pintura externa, remetendo ao tema ecológico. O modelo também é muito leve. Segundo a marca, ele pesa apenas 730 kg,Veja também.
Embora não tenha informado a cilindrada do motor, a fabricante revelou que o consumo do subcompacto é de aproximadamente 32 km/l emitindo apenas 70 g/km de CO2. Outro ponto que conta a seu favor é o peso de 750 kg. No interior, o desing é limpo e o destaque fica por conta dos mostradores todos digitais e touch screen e pela predominância da cor verde, presentes nos tapetes e nos bancos.

TOYOTA FCV-R,O COROLLA A HIDROGENIO

Entre tantos modelos elétricos e híbridos com aplicações mais imediatas, a Toyota também revelou no Salão de Tóquio o FCV-R, um conceito que usa o caro e ainda pouco viável sistema de células de hidrogênio, batizado pela empresa como FCV (fuel-cell vehicle).
Considerado com uma das formas mais ecológicas de propulsão, as células de combustível convertem moléculas de hidrogênio em eletricidade e, em vez, de emitir poluentes, tem como material resultante a água. É uma tecnologia cara e que está em estudo há muitos anos sem nenhum modelo em produção atualmente.
Mas a Toyota quer quebrar esse tabu ao lançar o FCV-R em 2015 na sua versão de série. O modelo é uma espécie de Corolla futurista, com dimensões semelhantes às do sedã médio mais vendido no Brasil. De acordo com a Toyota, o tanque de hidrogênio de alta pressão do FCV-R é capaz de proporcionar uma autonomia de 700 km. O preço do modelo, no entanto, deverá ser quase proibitivo na época.

A HORA DA VEZ DOS HATCHES DE LUXO

Já houve um tempo em que o hatch médio premium foi um veículo comum no Brasil. Na década de 90, a Audi, prevendo um futuro promissor para o país, resolveu produzir o A3 no Paraná. O carro, como se sabe, virou referência de esportividade e luxo e reinou sozinho por muitos anos. O sucesso, no entanto, não impediu que a linha fosse interrompida após a mudança de geração.
Hoje o segmento tem números modestos e um novo líder, o Série 1, da BMW. Mas esse quadro mudará em breve. Nada menos que quatro novidades desembarcarão no Brasil a partir de março. O primeiro deles é a nova geração do Série 1, que chega nas próximas semanas. Por enquanto, ele estará só mas o novo A3 e os debutantes Classe A e Volvo V40 têm embarque marcado para nosso mercado. Quer dizer, a marca sueca nega, mas parece jogo de cena já que eles têm um produto com cara de vencedor e não devem ignorar esse potencial. Veja a seguir nossa análise de cada novidade, todas elas presentes em Genebra.
O Série 1 está mais encorpado, mas manteve sua personalidade em alguns pontos como a coluna que fica atrás da fileira traseira de assentos. O modelo exibe a esperada racionalidade no interior sem grandes arroubos de requinte, mas é um carro que continua vestindo bem e, principal, impressionando a quem passa ao lado.
Com estréia marcada para as próximas semanas no Brasil, o Série 1 deve ganhar o motor 1.6 com turbo e injeção direta, bem mais eficiente que o 2.0 usado na geração anterior. Vai aproveitar bem o tempo sem concorrência renovada para se firmar, mas deve sofrer com a chegada do Classe A e do V40.
Do antigo só restou o nome, como sempre se diz. Mas a frase se aplica com perfeição ao Classe A. Se fosse outra marca teria até criado um nome novo, mas a Mercedes prefere a tradição, ou seja, vamos precisar acostumar a ver um hatch no lugar de um monovolume.
Valerá a pena. O novo Classe A impressiona ao vivo. É forte, longo e impressionante. Com rodas aro 18 ou 19 (padrão de quase todos agora), o hatch tem traços inconfundíveis e interior caprichado com direito a bancos esportivos, painel com acabamento em couro e difusores de ar copiados do SLS. Os mostradores são destacados e há um aplicativo exclusivo para iPhone que deixa o carro literalmente dentro da rede. A Mercedes diz que o Classe A terá três versões com motores que vão de 1.6 a 2.0, com 115 cv, 156 cv e 211 cv. Câmbio de dupla embreagem e função Start-Stop estão entre os itens comuns. Pode e vai incomodar muito quando chegar no início de 2013.
O C30 foi uma sacada estética e de rejuvenescimento da Volvo, mas não teve peito para quebrar a hegemonia dos alemães. Agora, com o V40 os suecos, enfim, vão poder encarar seus rivais de igual para igual. O hatch de linhas sinuosas possui as quatro portas que o C30 dispensou e um visual com potencial para agradar muita gente. O interior é menos esportivo, porém, mas futurista e refinado. O painel de instrumentos, com telas de LCD de alta definição, enche os olhos. Não há notícia sobre as versões de entrada, mas quem quiser o V40 T5 levará um motor com 254 cv capaz de acelerar o carro de 0 a 100 km/h em 6,7 segundos. Na conta, entram o sistema Start-Stop e freios regenerativos, entre outros. Tem tudo para agradar, basta a a marca sueca admitir que o trará para o Brasil.
Veredicto
A3 e Série 1 têm já uma imagem no segmento e devem mantê-la, mas o novo Classe A e o inédito V40 podem, sim, bagunçar a cabeça dos clientes. O BMW e o Mercedes apelarão para os “músculos” enquanto o Audi e o Volvo sensibilizarão quem gosta de refinamento e tecnologia. Mas nada impede que eles invertam papéis, basta um toque extra de esportividade aqui ou alguns itens exclusivos acolá.

INVOCADO,NOVO FIESTA ST PRODUZ 180 CV

Abarth Punto, Opel Corsa OPC, Volkswagen Polo GTi, Alfa Romeo Mi.To Quadrifoglio Verde e todos os outros hatches premiuns turbinados do mercado europeu que se cuidem, pois a Ford vai voltar para esse nicho atacando de Fiesta ST.
A informação veio junto com a apresentação da versão de produção do modelo no Salão de Genebra e a marca ainda confirmou que as vendas começam entre o final deste ano e o início de 2013. Esteticamente o hatch mudou pouco em relação ao conceito apresentadodurante a última edição do Salão de Frankfur.
Além do kit aerodinâmico composto por aerofólio, saias laterais e para-choque traseiro com difusor de ar, o Fiesta também recebeu rodas aro 17”, novo para-choque dianteiro, com grade redesenhada em relação ao modelo “civil”, faróis com máscara negra e detalhes, como as entradas de ar inferiores, que o deixam com um visual ainda mais invocado.
O interior conta com acabamento exclusivo para a versão e os bancos possuem formato esportivo fornecidos pela marca Recaro, além de ostentar um novo volante com comandos satélites.
Debaixo do capô o modelo carrega o motor 1.6 EcoBoost de 180 cv e 24,4 kgfm de torque. Em outras palavras, com esse bloco o Ford Fiesta ST leva menos de 7 segundos para sair da imobilidade e atingir 100 km/h, além de atingir máxima de 220 km/h. Nada mal para um hatch com um pequeno motor turbo.
A marca norte-americana ainda estuda levar essa versão aos Estados Unidos, mas para o Brasil é quase certo que o que virá é apenas o desenho para uma possível reestilização que pode chegar junto com sua nacionalização.

CONCEITO TATA MEGAPIXEL LEVA TECNOLOGIA DA INDIA PARA EUROPA

Talvez o nome Tata possa soar estranho. Mas, não se engane. A marca indiana mais famosa do mundo – só porque ela, coincidentemente, produz o carro mais barato – também conseguiu um espaço no Salão de Genebra, na Suíça. O novo Tata Megapixel apareceu no estande da marca com um visual bastante diferente do Nano.
A evolução do projeto Pixel, que também foi apresentado em Genebra em 2011, tem 3,50 m de comprimento, 1,67 m de largura e 1,40 m de altura. Ele conta com quatro motores elétricos e pode rodar 86,9 km no modo elétrico.
Caso a bateria de íon-lítio precise de mais força, este compacto também conta com um motor a combustão movido a gasolina de 30 cv. Segundo a Tata, a velocidade máxima que o Megapixel alcança é de 110 km/h.
As portas corrediças e a ausência da coluna B transmitem uma sensação de espaço singular no interior do compacto indiano. O design do Megapixel foi projetado para os grandes centros urbanos, porém, a produção do modelo ainda é incerta. Por incrível que pareça, até o lançamento do carro em seu país de origem já está fora dos planos da marca.

PICAPE DA JAC É BARRADA NA CHINA

Que alguns carros chineses passam um pouco dos limites nas “semelhanças” com modelos já conhecidos no mercado, não é novidade para ninguém. A JAC, por exemplo, apesar de comercializar veículos projetados pelo estúdio italiano de design Pininfarina aqui no Brasil, também padeceu no mesmo erro na China.
A picape 4R3, uma cópia quase idêntica da Ford F150, estava com lançamento agendado para oSalão de Pequim de 2012, mas não foi dessa vez. Sabem por quê? Porque a fabricante americana conseguiu proteger-se e evitou a apresentação da "réplica" usando patentes do produto como escudo.
O CEO da Propriedade Tecnológica e Intelectual da Ford, Bill Coughlin, disse em entrevista ao programa americano Autoline que a Ford não será copiada na China. “Você precisa de patentes e elas são específicas para o país, então você precisa registrar patentes na China também e, francamente, nós produzimos um belo portfólio tentando nos proteger”, disse o executivo.


PEUGEOT 208 CHEGAR PARA REDIMIR A MARCA

A Peugeot foi do céu ao inferno no Brasil nos últimos anos. Primeiro, a marca viu seu produto mais conhecido virar objeto de desejo no final da década de 1990. O hatch 206 agradou tanto com seu estilo de olhos felinos e linhas ousadas e incomuns que a montadora não demorou para torná-lo um veículo nacional.
Produto de sucesso, o 206 ficou em linha mais tempo do que o comum – nada menos que oito anos -, mas a aposentadoria chegou em 2006 com o lançamento do 207. Espécie de evolução do seu antecessor, o modelo manteve as linhas agressivas, mas cresceu e ficou mais sofistica.

Foi aí que a filial brasileira da Peugeot cometeu um equívoco. Preferiu investir pouco por achar o 207 um carro caro para nossos padrões e acabou reestilizando o 206. Frente copiada do compacto francês, painel adaptado para exibir linhas parecidas, o novo 206 tinha suas virtudes, mas rebatizá-lo como 207 foi um desrespeito perante o consumidor brasileiro.
Coincidência ou não, desde então a marca nunca mais foi a mesma. Ainda ampliou a família “207” com um sedã (Passion) e uma picape exclusiva para nosso mercado (Hoggar), porém, suas vendas perderam força e hoje a Peugeot ocupa um modestíssimo 11º lugar entre as marcas mais vendidas do país.
A situação delicada motivou um ciclo de investimento agressivo para estancar a hemorragia e a base para recuperar a marca chama-se 208. O sucessor do 206 e do 207 foi apresentado pela primeira vez ao público no Salão de Genebra e começará a ser vendido na Europa nos próximos meses.
A Peugeot, inclusive, já anunciou que o 208 será fabricado no Brasil em 2013 e que o 207 nacional continuará em linha como modelo de entrada. O grande mistério, no entanto, é saber que “208” os brasileiros terão.
A situação delicada motivou um ciclo de investimento agressivo para estancar a hemorragia e a base para recuperar a marca chama-se 208. O sucessor do 206 e do 207 foi apresentado pela primeira vez ao público no Salão de Genebra e começará a ser vendido na Europa nos próximos meses.
A Peugeot, inclusive, já anunciou que o 208 será fabricado no Brasil em 2013 e que o 207 nacional continuará em linha como modelo de entrada. O grande mistério, no entanto, é saber que “208” os brasileiros terão.
A primeira grande diferença - e virtude - do 208 é ter rompido com o estilo anterior. O modelo adota o novo DNA da marca, com traços mais retilíneos e elementos no formato de bumerangue. Não é tão impactante quanto o 206 na época, mesmo assim encanta e se diferencia facilmente de seus rivais.
Também não é um carro grande, é verdade, mas desenhado com clara preocupação de oferecer conforto, um dos pontos fracos do 206, que se rendia aos caprichos de seu design para maltratar os ocupantes do banco traseiro, por exemplo.
A parte mecânica recebeu especial atenção e, na Europa, significa ter uma gama de motores variada que vai de blocos movidos a diesel, gasolina com turbo até novos propulsores de três cilindros e alto rendimento. Uma das versões pode receber uma transmissão com embreagem automatizada, além de câmbio manual.

FIAT 500 DE SETE LUGARES É VISTO NA FIAT

Quando foi mostrado durante o Salão de Genebra, já circulava o boato de que o Fiat 500L receberia uma variante de sete lugares, mas naquela época a marca preferiu ignorar esses comentários, focando apenas na versão recém-lançada. Passado aproximadamente um mês da apresentação, o site Auto Express mostra que a montadora já trabalha na nova derivação, dessa vez ainda mais alongada, do compacto nostálgico, chamada pela mídia de 500XL.
De acordo com o site britânico, o modelo manterá algumas características do 500L, como as portas traseiras e a medida do entre-eixo.
A grande sacada da Fiat para o automóvel, no entanto, será "esticar" a trazeira da minivan para abrigar os dois bancos extras, que, por consequência, reduzirá os custos na produção do carro.
Pelo que as imagens mostram, a terceira fileira de assentos poderá ser rebatida criando uma superfície plana em seu porta-malas. O Fiat 500XL deverá ser lançado somente em 2013 e, assim como a versão de cinco lugares, não há informações sobre sua chegada ao Brasil.

FIAT REESTILIZADO APARECE NA EUROPA

O modelo ganhou novo desenho da grade dianteira e entradas de ar no para-choque, que chegam a lembrar as linhas do novo Siena, mas com menos agressividade. As lanternas, assim como o capô, permanecem sem alterações.
Percebe-se também que o modelo apelou para uso excessivo cromados na parte frontal, para passar a imagem de sofisticação. No geral, o conjunto dianteiro ficou agradável, resta saber se a Fiat também mudará a traseira e o interior, assim como ela fez com o Punto Evo em 2009 na Europa.
Essa vai ser a última alteração importante que a Fiat fará no Linea antes de ele dar adeus ao mercado. O modelo, que é um dos principais produtos da marca italiana na Turquia, deve ter seu sucessor, o Viaggio, anunciado em breve no Salão de Pequim, que abre as portas no dia 23 de abril.
Aqui no Brasil, as vendas do modelo, que estão em queda, nunca chegaram a ultrapassar a marca das duas mil unidades vendidas em um mês. Para tentar segurar as pontas até a chegada do seu sucessor no mercado interno, a filial brasileira pode aplicar as mesmas alterações no sedã médio, embora não haja ainda nenhum indício que aponta isso.